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BLOG DE MARCELO BARROS

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Por quê o consumo AC dos amplificadores costuma ser menor que a sua potência de saída?

O começo da resposta consiste em entender que os métodos de medição da potência de saída de áudio são diferentes das normas vigentes para a medir o consumo AC dos diversos equipamentos. Essa discrepância costuma implicar em números para o consumo AC menores do que os números obtidos para a potência de saída de áudio.

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Ganho vs. Sensibilidade. Qual a melhor opção?

No Brasil há uma grande diversidade de ganhos e sensibilidades de entrada nas diversas marcas e modelos de amplificadores disponíveis. Isto exige cuidado na eventualidade de se misturar os diversos padrões em um mesmo tipo de trabalho.

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Amps com fontes a autotransformador são de fato mais eficientes?

Por muito tempo, desde que surgiram no Brasil, os amplificadores que utilizam autotransformadores em suas fontes de alimentação reivindicam eficiência superior aos de modelos com fontes "tradicionais" e até mesmo aos equipados com fontes chaveadas. Mas esta alegação tem algum embasamento na realidade?

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Marcelo Barros é físico com mestrado em conversão de potência. Recebeu seus B.Sci e M.Sci pela Universidade Federal de São Carlos, importante centro de pesquisas no interior de São Paulo. Apesar de jovem, pode ser considerado um veterano, pois atua na indústria desde 1992. Desenvolveu projetos em quase todas as áreas do áudio profissional, assinando o projeto de alguns produtos hoje considerados marcos da indústria, como o primeiro pré-amplificador de microfone valvular nacional tido do mesmo nível dos clássicos. A partir de 2005 especializou-se em amplificadores e fontes chaveadas e liderou o projeto do primeiro amplificador digital profissional produzido em série no Brasil. Foi o coordenador do Grupo de Trabalho de Amplificadores da Comissão de Estudo CB003/CE003-100-001 da ABNT, que elaborou a Norma Brasileira de Amplificadores e é atualmente o CEO de tecnologia da Next Pro.

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